Cale Estúdio de Teatro
sexta-feira, 24 de janeiro de 2014
terça-feira, 21 de janeiro de 2014
"À DERIVA" - Ajidanha - Associação de Juventude de Idanha-a-Nova no "CALE-se" 8
"À DERIVA" - Adaptação livre do texto "Em alto mar" de Slawomir Mrozek
Ajidanha - Associação de Juventude de Idanha-a-Nova
Encenação e Dramaturgia - José Carlos Garcia e Nádia Santos
Elenco - Magro - Bruno Esteves; Médio - Ana Grilo; Gordo - Rui Pinheiro
Cenografia e Figurinos - Criação Colectiva
Desenho de Luz - Bruno Esteves e José Carlos Garcia
Operação de Luz e Som - Bruno Tapadas
Produção Executiva - Rui Pinheiro
Produção - Ajidanha
segunda-feira, 20 de janeiro de 2014
FERNANDA LAPA abriu a 8ª edição do Festival Internacional de Teatro "CALE-se"
Foi assim aberta a 8ª edição do "CALE-se" Festival Internacional de Teatro, numa noite em que a sala foi pequena para tantos espectadores. FERNANDA LAPA foi a estrela da noite, numa merecida homenagem pelos seus cinquenta anos de carreira.
Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, aproveitou as palavras de Cândido Xavier e revelou que, apesar das dificuldades camarárias, "este é o ano zero" do festival, pois "vamos deixar de mendigar e passar a negociar". Referiu que a época do betão acabou, mas que a freguesia de Canidelo não pode deixar de ter uma sala de espectáculos onde estes ou outros eventos possam ter as condições necessárias à sua realização.
Para ver e ouvir: http://caleestudioteatro.blogspot.pt/2014/01/abertura-do-festival-internacional-cale.html
Cândido Xavier, director do "CALE-se" foi o primeiro a usar da palavra, falando um pouco da organização de um evento desta dimensão, destacando os apoios conseguidos.
Fernando Andrade, presidente da Associação Recreativa de Canidelo (onde decorre o festival), manifestou o orgulho que sente neste certame e a vontade que este se prolongue por muitos anos.
Fátima Sousa, em representação de Maria José Gamboa, presidente da Junta de Freguesia de Canidelo, que por motivos de doença esteve ausente, endereçou os parabéns ao Cale Estúdio Teatro pela organização do "CALE-se", e deixou expressa a vontade de a Junta continuar a apoiar o evento.
Eduardo Vítor Rodrigues, presidente da Câmara Municipal de Vila Nova de Gaia, aproveitou as palavras de Cândido Xavier e revelou que, apesar das dificuldades camarárias, "este é o ano zero" do festival, pois "vamos deixar de mendigar e passar a negociar". Referiu que a época do betão acabou, mas que a freguesia de Canidelo não pode deixar de ter uma sala de espectáculos onde estes ou outros eventos possam ter as condições necessárias à sua realização.
Para ver e ouvir: http://caleestudioteatro.blogspot.pt/2014/01/abertura-do-festival-internacional-cale.html
Devido aos parcos recursos financeiros, o Cale Estúdio Teatro recorreu à dupla Nelsu e Zé Bode para prestar a homenagem ao patrono desta edição. Uma vez mais, esta dupla de sindicalistas, que já havia encerrado a edição de 2013, arrancou muitas gargalhadas na sala...
Para ver/ouvir: http://caleestudioteatro.blogspot.pt/2014/01/festival-internacional-de-teatro-cale.html
Para ver/ouvir: http://caleestudioteatro.blogspot.pt/2014/01/festival-internacional-de-teatro-cale.html
FERNANDA LAPA foi convidada a subir ao palco, perante uma plateia repleta que registou a alegria desta enorme actriz e encenadora
Recebeu o bilhete número 1 do "CALE-se" 2014 e assinou o Livro de Honra
Usou da palavra para revelar o amor ao teatro e a enorme alegria que foi estar naquele palco.
Recebeu das mãos de Eduardo Vítor Rodrigues lembranças de Vila Nova de Gaia
Deliciou-se com a caricatura da autoria de Onofre Varela
e recebeu o troféu CALE
OBRIGADO FERNANDA LAPA! VIVA O TEATRO!
quarta-feira, 15 de janeiro de 2014
segunda-feira, 13 de janeiro de 2014
22 de Março - "A HISTÓRIA É UMA HISTÓRIA" - Grupo Dramático e Recreativo da Retorta (Valongo)
“A HISTÓRIA É UMA HISTÓRIA” · de Millôr Fernandes
GRUPO
DRAMÁTICO E RECREATIVO DA RETORTA (Valongo)
Comédia – M/6 – 60 minutos
“A história é uma história” relata
cronologicamente, de uma forma simples e objectiva, vários factos da história
nacional e internacional que contribuíram para a evolução das sociedades.
A peça reúne uma pequena selecção de ideias
razoavelmente idiotas, ou relativamente tolas, que se foram criando desde a
formação do mundo.
Segundo o autor, o conceituado dramaturgo
brasileiro Millôr Fer-nandes, trata-se de uma visão do mundo derivada, claro,
de que o Homo, que era “faber” e passou a “sapiens”, só terá salvação quando se
tornar “ludens”.
O que equivale a dizer que o bípede implume não
tem salvação.
É, definitivamente, um animal inviável!
sábado, 11 de janeiro de 2014
15 de Março - " OS DOIS MENECMOS" - Ultimato (Cem Soldos, Tomar)
"OS DOIS MENECMOS" de Plauto
ULTIMATO (Cem Soldos, Tomar)
Comédia - M/6 - 70 minutos
Dois irmãos gémeos são separados quando pequenos, sendo que um deles vai viver na cidade de Epidamno, onde se passa a acção. Depois de adulto, o irmão estrangeiro decide ir à procura do seu irmão gémeo. Chega á cidade de Epidamno sem saber que ele ali se encontra. É neste contexto que a confusão é instaurada, o que leva a uma série de cómicos mal entendidos.
quinta-feira, 9 de janeiro de 2014
8 de Março - "FÁBRICA DO NADA" - Teatro Experimental de de Mortágua
“FÁBRICA DO NADA” · de Judith Herzberg
TEATRO
EXPERIMENTAL DE MORTÁGUA
Drama – M/12 – 90 minutos
Fábrica do Nada. Aqui nada se compra, nada se faz, nada se vende, nada
se cria, nada se inventa, nada se fabrica. Nada! Meros pensamentos, ideias,
interesses e sugestões... NADA!
Uma fábrica de cinzeiros fecha, e os trabalhadores, não querendo ficar
desempregados, resolvem continuar a trabalhar numa nova produção: nada. À volta
de nada organiza-se tudo, desde a escolha do gerente da fábrica, aos furtos dos
produtos e aos tribunais, a mostrar por que caminhos segue esta história.
Estes
operários que preferem fazer nada a nada fazer inscrevem-se mais na linha do
‘saber ver quando se vê’ do Alberto Caeiro e do ‘fazer não fazendo’ do Lau Tsu,
do que no ‘preferia não o fazer’ do Bartleby. Em lugar da angústia do
desaparecimento das coisas e dos seres que a palavra vazia sugere, o vazio que
o patrão deixa ao fechar a fábrica permite o vazio do espaço côncavo em que
tudo pode acontecer precisamente porque está vazio. Permite a boa projecção do
som. E os actores, seguem atentamente o que se vai passando com as vozes.
Cândido Xavier, hoje em entrevista na RTV
Esta noite, não perca a entrevista de Cândido Xavier, director do Festival Internacional "CALE-se" às 22 horas, no programa "AVENIDA DAS ARTES" no canal Regiões tv, disponível no canal 193 da ZON, 19 Cabo Visão ou através do link
http://www.tvregioes.com/tvr-direto
http://www.tvregioes.com/tvr-direto
quarta-feira, 8 de janeiro de 2014
1 de Março - "NO MUNDO DAS MARAVILHAS DO NADA" - Loucomotiva . Grupo de Teatro de Taveiro
“NO MUNDO DAS MARAVILHAS DO NADA” · de Jorge Geraldo
LOUCOMOTIVA
– Grupo de Teatro de Taveiro
Fantasia – M/6 – 80 minutos
O que é real e o que é o sonho?
Quem somos na realidade que imaginamos?
Num Mundo de Maravilhas, talvez o importante
seja para onde se vai, mesmo que não se saiba de onde se vem.
Uma aventura fantástica destinada a não terminar vivida pelos olhos de
uma jovem, uma Alice que pode ser qualquer um de nós.
terça-feira, 7 de janeiro de 2014
22 de Fevereiro - "A PROMESSA" - GRUPO MÉRITO DRAMÁTICO AVINTENSE (V. N. Gaia)
“A PROMESSA” · de Bernardo Santareno
GRUPO
MÉRITO DRAMÁTICO AVINTENSE (V. N. Gaia)
Drama – M/12 – 100 minutos
Para construir “A Promessa”, em1957, Santareno
buscou no ambiente dos pescadores da costa portuguesa os elementos que compõem
a história das personagens principais: Maria do Mar e José. Além desses, há a
presença de Jesus, adolescente cego que é cons-tantemente assaltado por sonhos
premonitórios; Salvador, velho, viúvo e pai de José e Jesus; Rosa, a mãe de
Maria do Mar; e Laba-reda, o contrabandista salvo por Rosa e sua filha.
“A Promessa” reparte-se em três actos,
desmembrados em cenas que nos permitem adentrar nesse mundo cristão e rústico
per-meado por forças instintivas, erotismo e repressão dos sentidos, que
explodem a partir das acções das personagens, todas ligadas à promessa feita
pelos noivos a Nossa Senhora dos Navegantes, de que se o pai do rapaz se
salvasse da tormenta com que se deparou em pleno mar, eles se casariam mas
mantendo a castidade.
A acção tem como fulcro essa promessa, já que perante a salvação do
velho Salvador, o casal passa a viver como dois irmãos, não consumando, como
foi prometido, o matrimónio no plano corporal.
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